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quarta-feira, 7 de novembro de 2007

''definição de amor''

Quem déra se fossemos livres e nunca nos apaixonássemos. Parece que ficamos sólidos quando deixamos de amar. E viver a vida por nossa conta sem ter a quem explicar.
Sentimo-nos fortes e livres, até que um belo dia nos sentimos sozinhos e excluídos. E em nossas crises de abstinência, nós voltamos para a dependência, loucos para amar.
E assim é o amor, horas de céu, horas de inferno, que sem explicações acaba com vidas e destrói corações, dá a felicidade, mas impõe condições.
Por isso eu digo, o amor é como um vírus, que assume o controle das células de um corpo por assemelhar-se tanto a sua bioquímica, que o engana e o faz aceitá-lo!
E acabamos separados pelo tempo. Ficamos perdidos. E na sua ausência incorporamos coisas novas que os outros não viveram, nos tornamos outras pessoas, que nunca mais voltarão.
E quando abatidos, pensamos na morte com suave desejo, quase como um carinho, que com leves toques nos trazem o sono, que leva a dor que nos consome, para nunca mais acordar.
E quem nunca sonhou dormir este sono? Mas a verdade é que o amor significa tanta coisa, que todos os dias descobrimos que ele significa tudo, e que sem ele não há vida, não há mundo

Um comentário:

Fabio Alexandre disse...

o amor nao tem me dado muitos motivos para falar bem dele!, minha inteção é mostrar como o amor pode ser diferente aos olhos de quem ve, mas eu ainda acredito no amor!!!